Capítulo 7 da minha Fic, ninguém pediu, ninguém tá lendo e tá muito ruim, mas ok 

- Apófis se reerguendo? Mas como? – disse Luise um pouco alto de mais, atraindo todos os olhares.

                - Sim, criança, e não está sozinho – disse Amós.

                - Sim, ele não pode sair de sua prisão sozinho – disse Alice -, mas o que quer dizer com ele não está sozinho?

- Acho que muitos sabem que Manhattan tem muitos problemas, e um deles nós vamos descobrir agora. – disse Amós – Pode entrar Amber.

- Olá – disse uma voz. Luise virou-se e viu uma menina entrando na varanda. Ela tinha cabelos negros com mechas roxas e olhos prateados. – Prazer em conhecê-los, eu sou Amber Milashikov.

- Oi Amber – disseram algumas pessoas.

- Amber, por favor, explique o porquê de eu ter chamado você. – disse Amós, convidando-a para sentar.

- Bom, acreditamos que Apófis esteja tentando se reerguer com a ajuda de Cronos, o titã, Senhor do Tempo, que também está tentando sair do Tártaro e com uma grande ajuda de semideuses e até deuses menores.

- Espera! Cronos? Você está falando de mitologia grega! – disse Carter.

- Exatamente. – disse Amós – Esse é o motivo que nunca vamos até Manhattan, a mitologia grega vive lá. O Empire State? Onde fica o Olimpo. Lar dos deuses gregos.

- Então tanto a mitologia egípcia quanto a grega existe? E vivem juntas o tempo todo? – perguntou Sadie.

- Sim. E infelizmente agora as duas forças mais malignas estão se juntando para juntas acabar com o mundo. – disse Amós

- Semideuses e magos precisam lutar juntos, eu sei que é muita informação para digeri, mas eu preciso da ajuda de vocês. – disse Amber – Quíron, nosso diretor de atividades do Acampamento, me pediu para levar alguns magos lá, ele pode explicar melhor do que eu, e lhes dizer o que fazer para ajudar caso tenham alguma idéia.

- Você precisa exatamente de quantos magos? – Cleo perguntou – Para ir a esse tal Acampamento?

- Eu não sei, ele não disse, mas três seria o suficiente. Os três vão até Long Island comigo e depois voltam para passar o que ouviram lá. – disse Amber.

- Eu vou! – disse Luise – Eu não quero ficar nessa casa mesmo, e acabo de ouvir a oportunidade de sair? Eu vou!

- Tudo bem – disse Amós – Alguém mais se voluntaria? Precisamos de mais duas pessoas pelo que Amber disse.

- Eu vou, não vou deixar minha irmã ter a diversão sozinha. – disse Marina.

- E eu também. – disse Max – Vocês duas não vão se livrar de mim tão cedo.

- Está certo – Amós disse – Luise, Marina e Max vão com Amber à Long Island e descobrem melhor o que fazer. Esperaremos aqui e nos preparamos para o que quer que aconteça.

- Muito obrigada por ouvirem! Estaremos de volta em no máximo dois dias. – disse Amber.

- Até logo! – alguns magos disseram.

Luise, Marina, Max e Amber desceram até o galpão em que a Casa do Brooklyn ficava e entraram em uma van, o motorista estava no banco da frente esperando os passageiros entrarem. Luise notou que o motorista era loiro e quando olhou melhor percebeu que ele tinha muitos olhos.

- Ahh, quem ou o que é você? – Luise perguntou para o motorista.

- Luise, este é Argos, ele trabalha no Acampamento, na segurança e também é nosso motorista. – Amber disse – Eu tenho 16 anos e podia muito bem dirigir, mas Quíron não achou muito prudente, pois tirei a licença não faz muito tempo. Argos, já podemos ir.

Argos deu a partida na van e eles saíram do Brooklyn em direção à Manhattan.

- E aonde é esse Acampamento? É muito longe? – perguntou Marina – Eu detesto viagens de carro, principalmente as demoradas!

- Não acho que demora muito não. – disse Max – Mas é só você ficar quieta!

- Obrigada, poço de sensibilidade! – disse Marina.

- Parem de brigar, idiotas! – Luise pediu.

- Se vocês não brigassem seria ótimo, mesmo – disse Amber – A viagem não é longa, mas não são cinco minutos, portanto não quero brigas no carro! Se quiserem brigar e jogarem feitiços uns nos outros, à vontade, mas fora do carro!

- Ok, senhorita mandona. Já paramos – disse Marina. – Você e minha irmã seriam melhores amigas! Tem tanto em comum! As duas parecem chatas e mandonas, sem ofensas.

- Sem ofensas, mas ofendeu! – disse Luise – É bom saber que essa é a irmã que eu tenho.

- Que bom que você sabe agora! – disse Marina, mostrando a língua.

- Mas que comportamento adulto! – disse Amber – Deveríamos voltar e trazer outra pessoa! Quem sabe aquele menino bonito que estava sentado com você? Aposto que ele não seria problema!

- O Ian? Haha! Seria pior ainda! – disse Max – Luise vive implicando com ele, mal deixa o garoto respirar.

- Então você gosta dele? – perguntou Amber para Luise.

- Mas é claro que não! – disse Luise – Eu…

Luise não terminou de falar, pois naquele momento a van perdeu o controle. Argos conseguiu parar, mas um dos pneus traseiros parecia ter furado.

- O. Que. Aconteceu!? – perguntou Marina.

- Saiam do carro! Agora! – disse Max.

- Por quê? O pneu furou. Ok, mas qual o grande problema? É só trocar! – disse Marina.

- Não. Olhe para lá! – disse Max apontando para fora da van.

Eles olharam para fora e viram uma criatura com cabeça de cobra e corpo de gato, com as garras de fora.

- Aquilo estourou o pneu? – perguntou Amber.

- Mas é claro que foi! Saiam do carro, saiam se quiserem viver! – disse Luise.

Eles saíram e a criatura avançou. Eles não tinham armas. Luise tinha a varinha e criou um circulo protetor, envolta deles. Max pegou sua Khopesh e esperou o monstro atacar.

- Esse círculo não vai segurá-los por muito tempo! – disse Marina – Está fraco!

- Obrigada, por nada, Marina! Mas o que vamos fazer? – disse Luise.

A criatura investiu contra eles e atacou Marina, ela gritou e a cabeça de cobra picou seu ombro.

- Não! – disse Luise. Pegou sua varinha e usou o comando Sa-per, para que a criatura errasse se tentasse investir contra mais alguém.

Amber saiu do transe de ter visto a criatura e deu um passo a frente, a criatura avançou na direção dela, mas com um aceno de mão, o chão aos pés do monstro se abriu e o engoliram, logo depois fechou e formou uma pequena fenda.

- Como?  Como fez isso? – perguntou Luise.

- Sou filha de Hades. Posso fazer coisas do tipo. – respondeu Amber.

Eles trocaram o pneu e colocaram Marina na van, pois ela estava desmaiada e continuaram a viagem. Amber disse que os filhos de Apolo são bons em relação à cura e que poderiam cuidar de Marina quando chegassem ao Acampamento.

            - Chegamos! – disse Amber – Ao Acampamento Meio-Sangue!

            Luise olhou pela janela. Sentiu cheiro de morangos e viu uma casa grande, azul, ao longe e percebeu que o Acampamento era enorme, ficava em uma colina.

            - Para entrarem vão precisa de uma ‘permissão’ – disse Amber quando saíram da van e estavam no limite para entrar no Acampamento. – Então. Eu Amber, filha de Hades permito que vocês, Luise, Marina e Max entrem.



  1. poemasaovento reblogged this from percyjacksonandharrypotter
  2. diadema-perdido said: Adoreeeei *-*
  3. percyjacksonandharrypotter posted this